A disputa parece evidente: quem vai tomar o lugar de Alexandre de Moraes, no STF, na base do “eu posso, eu faço”?

As sucessivas decisões, confusas e contraditórias entre si, comprovam a velha máxima de que hermenêutica é como umbigo: cada um tem o seu e dele faz uso ao bel prazer.

(Qual será a do ministro Fachin?)

Mendonça deu seu toque e apresentou sua candidatura ao posto. Já Flávio Dino chutou o balde, mas não tem poder, ainda, para definir quem a água vai molhar.

Objetivamente, os dois personagens centrais desse embate – Moraes e Mendonça -, por motivos diferentes, perderam a capacidade de decidir de forma isenta as questões postas.

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