Alguns estreantes e deputados em busca da reeleição constatam que esta eleição está ainda mais dominada pelo dinheiro.

Em determinados segmentos do eleitorado, dizem, o voto só acontece quando existe algum tipo de acordo financeiro.

Há políticos que apoiam escolas, universidades e outras iniciativas, mas o serviço comprovadamente prestado nem sempre garante o compromisso do voto.

Um candidato me disse que, antigamente, o sujeito – ou a família – podia votar, por exemplo, em Lula para presidente e, na proporcional, no deputado estadual e federal do campo da esquerda.

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