
“Dinheiro compra até amor verdadeiro”, disse o teatrólogo, jornalista e tricolor (não necessariamente nessa ordem).
Eu diria que ele quase sempre tem razão: o dinheiro compra muitos, mas só os que estão à venda – e não são poucos.
Fato concreto: o caso do Banco Master, eis o busílis, escancara a vulnerabilidade das nossas instituições.
Quando alguém ascende ao poder, uma droga que toma coração e mente, fica ainda mais vulnerável àquilo que a deveriam combater: o uso e o abuso do poder.
