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Nos últimos cinco anos, Maceió tem vivido o que não viveu em mais de dois séculos de história. A cidade celebra os 210 anos de fundação com um número inédito: dois bilhões e meio de reais em investimentos públicos, aportados em cinco anos de Gestão JHC. A quantia é a maior já aplicada em obras e projetos públicos na história da capital alagoana, durante o mandato de um chefe do Executivo Municipal, conforme a base de dados da Secretaria Municipal da Fazenda (Sefaz). Somente em 2024, a Prefeitura de Maceió investiu R$ 903 milhões em obras públicas. Este valor vem da Receita Corrente Líquida (RCL), e é o maior investido nos últimos 20 anos na cidade. O RCL é a soma de todas as receitas correntes que entram mês a mês; ele mostra o quanto realmente sobra para o governo gerir e investir após as deduções obrigatórias. Conforme a Sefaz, a conta é simples: se somar todos os investimentos realizados entre os anos de 2000 e 2020, o valor é menor aos aplicados em quatro anos de Gestão JHC.

A desinformação ainda é uma das maiores barreiras no enfrentamento das infecções sexualmente transmissíveis. No Hospital da Cidade (HC), unidade administrada pelo Maceió Saúde, o tema tem sido tratado com prioridade, especialmente no trabalho de educação permanente realizado com profissionais e na orientação direta aos pacientes. Para o enfermeiro Pablo Ferro, do Núcleo de Educação Permanente do hospital, reconhecer os primeiros sinais pode ser decisivo para impedir que uma infecção evolua para quadros mais graves.

Está na boa entrevista concedida pelo vereador Siderlane Mendonça, no CMCAST desta semana. É importante lembrar que ele chegou a ser líder do atual prefeito de Maceió, de quem não recebeu a esperada solidariedade quando foi afastado do mandado pela Justiça Eleitoral. Ele justiça a “ausência” com a concentração de esforços de JHC em Brasília, para a nomeação da ministra Marluce Caldas, e diz que hoje está tudo bem. Defendendo a candidatura do prefeito de Maceió ao governo de Alagoas, Siderlane ainda mantém a esperança de que o IPREV ainda recupere os mais de R$ 100 milhões investidos nos fundos podres do Banco Master.

A Defensoria Pública do Estado de Alagoas (DPE) ajuizou uma Ação Civil Pública contra quatro operadoras de planos de saúde, que atuam em Maceió, para que elas limitem a cobrança da coparticipação nos tratamentos de pacientes diagnosticados com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Entre as operadoras denunciadas estão Unimed Maceió, Hapvida, Smile e Amil. A ação foi motivada devido ao grande número de reclamações realizados por mães e pais de crianças e adolescentes atípicos, relatando as cobranças elevadas.

Claro que tudo faz parte de um pacote de “cortesia” para com o presidente do Tribunal de Justiça, Fábio Bitencourt, que ontem assumiu de novo o governo do Estado. Dantas está afastado, em viagem, Marcelo Victor declinou… …e Lessa?! Foi o primeiro a se afastar. Ele se licenciou no dia 28 de novembro, possivelmente para um novo tratamento de saúde. Todos – inclusive o vice – só retornam no dia 11 de dezembro. Até lá, o desembargador é o governador